sábado, 3 de outubro de 2015

Plantio de arroz

 No dia 21/09/2015 foi realizado um plantio experimental de arroz sequeiro, utilizando 3,6 kg de substrato preparado com 2 partes de solo de encosta e 1 parte de esterco bovino curtido, também utilizamos  3,6 g de calcário e 1.2 g de adubo  N P K 4-14-8.
Realizamos o plantio de 15 sementes em cada vazo e germinaram 14 sementes em media Germinando com aproximadamente 7 dias .

Segue fotos da cultura.

Estagio inicial de germinação 






Cultura com 10 dias de germinação 



Tipos de frutos

Aquênio – Fruto de pequena proporção, seco, indeiscente e que apresenta apenas uma semente. Exemplo: fruto do dente-de-leão.
Baga – Fruto carnoso, indeiscente e com número variado de sementes. Exemplo: fruto do tomateiro.
Cápsula – Fruto seco, deiscente e formado de dois ou mais carpelos. Exemplo: Fruto da papoula.
Cariopse - Fruto seco, indeiscente e com uma semente bem fusionada ao pericarpo. Exemplo: Fruto do milho.
Drupa – Fruto carnoso, indeiscente e que possui um caroço protegendo a semente. Exemplo: Fruto do coqueiro.
Esquizocarpo – Fruto normalmente seco, derivado de gineceu multicarpelar e deiscente. Exemplo: Fruto de mamona.
Folículo – Fruto normalmente seco, deiscente, que se abre em uma fenda longitudinal e é formado por um carpelo. Exemplo: Fruto de Chichá.
Legume – Fruto derivado de um único carpelo, deiscente e que se abre em duas fendas. Exemplo: Fruto do feijão.
Lomento – Fruto seco, deiscente, que se abre de forma transversal e é derivado de ovário unicarpelar. Exemplo: Fruto de carrapicho.
Noz – Fruto seco, indeiscente, com parede espessa e semente livre do endocarpo Exemplo: Fruto de noz-moscada.
Pomo – Fruto carnoso e indeiscente. Exemplo: Fruto da rosa.
Sâmara – Fruto seco, indeiscente, alado e que apresenta normalmente uma semente. Exemplo: Fruto de várias sapindáceas.
Síliqua – Fruto seco, derivado de ovário bicarpelar, deiscente e que se abre em um septo mediano, que fica intacto. Exemplo: Fruto de couve.

Frutos secos 

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Morfologia das plantas

Tipos de raiz 

Fasciculada 
Pivotante 

Estranguladora 


Tipos de folhas 

Modificada 

                                                                                
Composta 
Simples 
                                              


Tipos de caule

Colmo 
Tronco 


Rizoma 


quinta-feira, 3 de setembro de 2015

A cultura do arroz

Características da Cultura .
A cultura do arroz de sequeiro, pouco exigente em insumos e tolerante à solos ácidos, teve um destacado papel como cultura pioneira durante o processo de ocupação agrícola dos cerrados, iniciado na década de 60. Este processo de abertura de área teve seu pico no período 75-85, em que a cultura chegou a ocupar área superior a 4,5 milhões de ha. O sistema de exploração caracterizava-se pelo baixo custo de produção, devido à baixa adoção das práticas recomendadas, incluindo plantios tardios. A significativa ocorrência de veranicos fazia com que a cultura apresentasse uma produtividade média muito baixa, ao redor de 1 t/ha, sendo considerada como de alto risco e gerando centenas de casos de Proagro (Seguro agrícola).
Apesar desse panorama pouco promissor, a pesquisa nesse período, já oferecia um leque de alternativas para minimização da adversidade climática, incluindo cultivares tolerantes à seca, classificação do grau de risco dos municípios produtores, adequação da época de semeadura e do ciclo dacultivar, preparo de solo e manejo de fertilizantes visando aprofundamento radicular e aumento da reserva útil de água do solo, além de técnicas do manejo integrado de pragas, doenças e plantas daninhas.
Com a progressiva redução das áreas de abertura, em meados da década de 80, a área cultivada com arroz sob o sistema de cultivo de sequeiro, foi sendo gradativamente reduzida, ao mesmo tempo em que a fronteira agrícola se moveu no sentido sudeste-noroeste. A conseqüência desse movimento foi a redução do risco climático, o que tornou mais propícia a aplicação das tecnologias recomendadas pela pesquisa. Para estas novas e promissoras áreas, a criação de cultivares de tipo de planta moderno (estatura eperfilhamento intermediários, folhas eretas), de maior potencial produtivo e grão do tipo "agulhinha", além do crescimento do nível de insumos aplicados, motivado pela melhor relação custo/benefício, trouxe também um substancial aumento da aceitação do produto pela indústria e consumidores.
Apesar da expressiva redução da área cultivada (-50%), que hoje perfaz apenas 2,2 milhões de ha, a produção se manteve nos mesmos níveis da década de 70, devido ao grande aumento da produtividade, que cresceu para 2 t/ha (50%). Este aumento da produtividade média é bastante animador; contudo, ainda está muito aquém do que é possível obter com a nova cultura, ora denominada de "arroz de terras altas". Em lavouras bem conduzidas, em áreas favorecidas quanto à distribuição de chuvas, como no Centro-Norte do MT, pode-se alcançar mais de 4 t/ha, enquanto em nível experimental, tem-se obtido até 6 t/ha. A inserção do arroz como componente de sistemas agrícolas de sequeiro vem ocorrendo de forma gradual, especialmente na região Sudoeste e Centro-Norte do Mato Grosso. Além do bom rendimento nessas condições, o arroz promove o desempenho de outras culturas, como a soja, quando utilizado em rotação e/ou sucessão.
Atualmente, a pesquisa com a cultura do arroz de terras altas, prioriza ações, que visam consolidar a presença da cultura em sistemas de produção de grãos nas regiões favorecidas dos cerrados e, especialmente, adaptá-la ao sistema de plantio direto, que oferece vários desafios. Também fazem parte da agenda, o consórcio de arroz com pastagem, no Sistema Barreirão (renovação de pastagem degrada) e no Sistema Santa Fé (integração lavoura-pecuária), assim como o sistema sob irrigação suplementar e o de abertura de novas áreas. Neste documento, coloca-se ao alcance dos usuários, os conhecimentos e tecnologias resultantes da pesquisa de Embrapa e suas parceiras, obtidas ao longo de quase 30 anos de experiência com a cultura, envolvendo socioeconomia, mercado, melhoramento, manejo da planta, solo e fertilidade, manejo integrado de pragas, doenças e plantas daninhas, entre outras linhas relevantes. Espera-se que venham a estimular e que possam promover a exploração da cultura do arroz, no ambiente dos cerrados, de forma sustentável e competitiva

Fonte:http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Arroz/ArrozTerrasAltas/